When Shri Purohit Swami realized that a Law degree would not add anything to his spiritual enlightenment he thought of not taking the final exams. "I thought it would mean wasted time, money and energy," he wrote. The Mahatma, however, insisted on his appearing for the final LL.B. Purohit Swami studied for the last three months for seven and half hours every day. It was endlessly tedious, but faith and self-control helped him to go through.
Yoga e Disciplina: minha trajetória
Wednesday, January 16, 2013
Tuesday, January 15, 2013
"If you want to enjoy a mango, it is of no use knowing the tree. Eat and be happy"
Cheguei no estúdio hoje às 7:15 da manhã. Bom dia, "how are you?" Comecei minha prática colocando uma intenção maior: a saúde, a passagem de Martin Umanoff. No fim de semana, fui preparada para um pré-funeral, mas ali não encontrei morte. Pelo contrário, compartilhei muita vida e muito amor. Sua família não tem uma história de rosas, mas nesse fim de semana, todos se reconheceram como nunca. "Não posso mais ter outros derrames para juntá-los", Martin nos disse com dificuldade e precisão.
A cada ocean sound, tentava me concentrar no movimento, mas meu corpo ditado pela minha mente trazia um julgamento, um bloqueio. "Como é difícil." Pausei e relembrei minha intenção e adicionei uma mais: "não julgarás".
A Martin foram dadas três opções de alimentação: um tubo em sua narina; uma micro-cirurgia para alimentá-lo diretamente no estômago; ou um copo d'água, suco, um pouco de sorvete para saciar sua sede e fome.
A esse ponto, tentava distribuir a força entre meus braços, abdômen e pernas. Chaturanga - dandasana pose. Uma vez em cada saudação ao sol A e três vezes em cada saudação ao Sol B. Cinco vezes cada saudação. 5+15 = não dou conta.
Mais um vez me lembro de minha intenção: "força Martin", "não julgarás." Continuo e as poses ficam mais fáceis, sinto um prazer enorme em alongar, perceber onde meu corpo é mais longo e mais curto. Quando chega a hora de mais duas vinyasas, as faço com mais tranquilidade e me sinto mais forte.
A grande prova de paciência começa depois da aula. Nunca há vagas. Desisto depois de dois carros pegarem uma vaga na minha frente. Começo a ler dentro do carro: "The Autobiography of an Indian Monk." Absorta com a linguagem fácil e cultura estranha de Shri Purohit Swami em 1897, me assusto com a buzina de um carro ao meu lado. Ligo o carro como que para responder o chamado. Continuo a ler: "This whole world is a myth, Brahama alone is real."
Uma mulher com o cabelo molhado pára ao lado do meu carro e faz gestos para falar comigo. Abaixo o vidro e ela me pede então dois dólares para o metrô. Ela tremia de frio, mas sem sofrimento. Dei.
Swami começa a analisar o quanto anos de estudo, tanto conhecimento intelectual não lhe trazem paz. Lembra-se de seu pai falar: "If you want to eat a mango, it is of no use knowing the tree". Eat and be happy."
O telefone toca e espero notícias do meu "avô-in-law." Era seu neto para me dizer que havia esquecido no dia anterior de contar que sua avó havia no meio da conversa sobre as três opções de Martin, feito uma pausa e dito: eu realmente gosto de sua esposa.
I'm happy. I will eat the mango; forget the tree. Full stop.
A cada ocean sound, tentava me concentrar no movimento, mas meu corpo ditado pela minha mente trazia um julgamento, um bloqueio. "Como é difícil." Pausei e relembrei minha intenção e adicionei uma mais: "não julgarás".
A Martin foram dadas três opções de alimentação: um tubo em sua narina; uma micro-cirurgia para alimentá-lo diretamente no estômago; ou um copo d'água, suco, um pouco de sorvete para saciar sua sede e fome.
A esse ponto, tentava distribuir a força entre meus braços, abdômen e pernas. Chaturanga - dandasana pose. Uma vez em cada saudação ao sol A e três vezes em cada saudação ao Sol B. Cinco vezes cada saudação. 5+15 = não dou conta.Mais um vez me lembro de minha intenção: "força Martin", "não julgarás." Continuo e as poses ficam mais fáceis, sinto um prazer enorme em alongar, perceber onde meu corpo é mais longo e mais curto. Quando chega a hora de mais duas vinyasas, as faço com mais tranquilidade e me sinto mais forte.
A grande prova de paciência começa depois da aula. Nunca há vagas. Desisto depois de dois carros pegarem uma vaga na minha frente. Começo a ler dentro do carro: "The Autobiography of an Indian Monk." Absorta com a linguagem fácil e cultura estranha de Shri Purohit Swami em 1897, me assusto com a buzina de um carro ao meu lado. Ligo o carro como que para responder o chamado. Continuo a ler: "This whole world is a myth, Brahama alone is real."
Uma mulher com o cabelo molhado pára ao lado do meu carro e faz gestos para falar comigo. Abaixo o vidro e ela me pede então dois dólares para o metrô. Ela tremia de frio, mas sem sofrimento. Dei.
Swami começa a analisar o quanto anos de estudo, tanto conhecimento intelectual não lhe trazem paz. Lembra-se de seu pai falar: "If you want to eat a mango, it is of no use knowing the tree". Eat and be happy."
O telefone toca e espero notícias do meu "avô-in-law." Era seu neto para me dizer que havia esquecido no dia anterior de contar que sua avó havia no meio da conversa sobre as três opções de Martin, feito uma pausa e dito: eu realmente gosto de sua esposa.
I'm happy. I will eat the mango; forget the tree. Full stop.
Monday, January 14, 2013
14 de Janeiro de 2013: Choro
Comecei hoje minha jornada na Yoga. Venho fazendo aulas de
yoga desde 2008, qundo mudei para Nova Iorque. Sempre me sinto bem, melhor
depois de uma aula, mas depois de mais de quatro anos indo para a Greenhouse Holistic,
percebi que estava meio estagnada: fisica e espiritualmente, se é que essas
duas coisas podem se separar.
Comecei a ir em um lugar novo e estilo mais original. Estou
agora praticando Ashtanga, estilo “mysore.” Fui por duas semanas, de segunda à sexta, sendo que faltei uma quinta e adicionei um
domingo. Foi um primeiro teste. Hoje paguei USD 165 pelo próximo mês e senti,
que meu compromisso é sincero, mas ainda cheio de dúvidas.
Yoga significa união. Quando comentei com a professora que
estava sendo difícil, ela respondeu: “por isso no início você faz poucas poses,
mas ainda há muito em sua mente, mais para frente, os movimentos serão bem mais medidativos.” "Muitas poses e pouco entulho na mente," pensei. Mal posso esperar por essa sensação. Por equanto, dói, me
frustro, me sinto um saco de batata tentando voar. Muito julgamento? Tento
deixá-lo ir junto com minha exalação.
Hoje me deu vontade de chorar e ao sair do estúdio, chorei.
“estou tentando aprender a ter disciplina me punindo? Por que estou fazendo
isso? Por que não fazer aulas mais fáceis? Descobri que estou cansada ou
entendiada do fácil misturado com minha falta de coragem. Minha meta para os
próximos 30 dias: não julgar minha performance, respirar sempre, comer menos e
economizer mais para dar conta de pagar pelas aulas.
Subscribe to:
Comments (Atom)
